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Ter respeito pelos animais é uma das premissas de valor da Pet Model Brasil. Por este motivo, compartilhamos o texto da cerimonialista Cláudia Matarazzo, do blog Case e Arrase, também reproduzido por ONGs de proteção animal.

Leia a seguir:

Tenho ouvido histórias incríveis e, dia desses fiquei literalmente arrepiada de puro horror com a falta de noção de algumas noivas – sem falar nos padres, que permitem esses excessos. Uma mão segura um cartão de papel branco onde está pousada uma borboleta nas cores laranja, tons cremes e preto.

Foto: Reprodução/ Case e Arrase

Foto: Reprodução/ Case e Arrase

Era uma noite linda em São Luis, no Maranhão onde, numa das casas mais bacanas da cidade , reuniram-se cerca de 200 profissionais de casamentos com algo como 30 noivas. A idéia era trocar experiências e falar das noividades do mercado.(Assim mesmo: noividades, pois são tantas as novas idéias de produtos e serviços que a gente precisa se atualizar o tempo todo).

Aí uma cerimonialista perguntou o que eu achava da moda de soltar borboletas no Igreja ao final do casamento. Ora, já ouvi falar dessa coisa bem brega (e ecológicamente criminosa) mas achava que fora um caso isolado de uma noiva muito sem noção. Engano meu: a moda continua – e com requintes de crueldade!

Embatuquei na pergunta: disse que achava de péssimo gosto e pedi detalhes do procedimento. E ouvi de várias – não apenas uma, mas vááárias profissionais os seguintes relatos:

Como é que ninguém vê nada? – as borboletas chegam de Salvador ( alô Ibama da Bahia!!) em caixas furadas para ventilar mas pequenas para que não se mexam muito. E, no aperto, se estressam e muitas morrem.

Ainda: como não é uma coisa baratinha, as noivas exigem que sejam contadas e, para isso, é preciso abrir as caixas. E para que não voem, elas são colocadas por um certo tempo na geladeira, assim” desmaiam” e podem ser contadas.

Leia o texto completo no blog

 

Via Case e Arrase – Cláudia Matarazzo

São histórias como essa que provam que atitudes de gratidão e companheirismo também podem vir de animais. No dia 20 de março de 2011, João Pereira de Souza estava na praia da Ilha Grande no Rio de Janeiro e salvou a vida de um pinguim de Magalhães que estava encharcado de óleo. Depois de lhe limpar e dar água e comida, o aposentado tentou fazer com que o pinguim voltasse para o mar, mas ele decidiu ficar na companhia do novo amigo.

Foto: Reprodução/Animais Sensacionais

Desde então mais de 4 anos se passaram e Jinjing, como foi batizado, divide o seu ano entre ficar oito meses do ano na companhia de João e nos outros quatro, voltar para sua terra natal, a Patagônia, na Argentina, distante 3 mil quilômetros do Rio de Janeiro. Normalmente, o pinguim se ausenta em fevereiro e retorna em junho. No resto do ano, os dois fazem caminhadas na praia e nadam.

Via Animais Sensacionais

Confira os detalhes desta matéria aqui.