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Domingo é um bom dia para aproveitar um passeio de qualidade com toda a família, inclusive com o pet. E para dar aquela sensação de liberdade que os bichinhos tanto gostam, os tutores acabam optando por mantê-los no colo ou soltos no banco de trás, porém isso pode colocar em risco a vida do pet e de toda a família.

Foto: Reprodução/Época

Foto: Reprodução/Época

Em caso de um acidente, um animal de 5 quilos pode ter seu peso aumentado em até 10 vezes ao ser arremessado para frente ou para trás. Isso pode gerar fraturas perigosas, gerar sequelas e até a morte do pet. A melhor maneira de levar um bichinho para para passear de carro é colocá-lo na caixa, que pode ser colocada no piso do carro e deve ser arejada e grande o suficiente para o bem-estar do animal.

Existem também cintos de segurança especiais, que se acoplam ao feixo dos cintos comuns, mas só devem ser usados com coleiras do tipo peitoral. O ideal é não trocar momentos de liberdade por falta de segurança para o pet e toda a família.

FONTE: Coluna Fernanda Fragata – Revista Época

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Greg Mahle era um gerente de restaurantes em Ohio, nos Estados Unidos, até que um dia encontrou sua vocação: tirar cães abandonados das ruas. A cada duas semanas, ele pega seu caminhão e dirige para os estados do Texas e de Nova York, uma viagem de mais de 6 mil km para salvar cachorros nesta situação.

Foto: reprodução/ANDA

Foto: reprodução/ANDA

As pessoas encontram os cães por meio de um site, entram em contato com um abrigo no Texas para adotá-los e Mahle entra em ação para levá-los aos novos donos, cobrando uma taxa de US$185,00, sem se importar com o tamanho do cachorro. Por suas estimativas, ao longo de 10 anos, ele já participou do resgate de 30 mil animais.

FONTE: ANDA

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