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Quando se tem um membro pet na família, ele sempre será incluso nas grandes decisões. Principalmente se o assunto é mudar de casa. É preciso pensar se o novo local é apropriado para o ou os bichinhos, quando há mais de um, especialmente se a mudança residencial será para um condomínio.

Foto: Reprodução/UOL

Foto: Reprodução/UOL

Poucas pessoas sabem, mas antes de comprar ou alugar um apartamento, o interessado pode ter acesso à uma cópia da convenção do prédio, o documento que determina quais são as regras gerais de convivência aprovadas pelos moradores. É ela quem determina se animais são ou não liberados e em quais condições.

Caso você já tenha feito contrato e descubra que o condomínio proíba animais, é preciso entrar com ação judicial. A boa notícia é que a maioria dos tribunais tem dado causa ganha ao morador, caso o pet não ofereça perigo à segurança e sossego dos atuais condôminos.

FONTE: Blog Veja Boa Vizinhança

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Adotar um pet é uma atitude de amor e entrega. Existe um grande número de animais que procuram um lar, e, independente de limitações, todos desejam o amor e o cuidado de uma família. Pets cegos, com problemas vertebrais ou sem membros também disputam diariamente pela chance de ter um tutor. Porém, é preciso mais do que um impulso de boa vontade para trazer para sua vida um animalzinho que possua algum tipo de deficiência.

Reprodução: Alex Carnrs

Reprodução: Alex Cearns

Ao embarcar neste tipo de jornada, um tutor precisa estar preparado financeira, emocional e psicológicamente, pois o pet irá requerer cuidados mais atenciosos que os demais. É o caso da arquiteta Fernanda Graneiro, que adotou em maio a cadela Paçoca, que sofreu uma lesão na coluna e ficou paraplégica e sem controle das necessidades fisiológicas. “Antes, era tudo mais dinâmico, era mais fácil sair de casa. Hoje, precisamos de uma programação. Ficamos, no máximo, seis horas seguidas fora”, explica.

Ainda assim, a alegria de presenciar dia a dia a superação do pet, supera estas dificuldades, além de ser uma lição de vida que pode ensinar a toda a família sobre superação e futuro. A fotográfa e diretora criativa australiana Alex Cearns é tão consciente dessa realidade que criou o ensaio Perfect Imperfection (Perfeição Imperfeita) com pets deficientes. Ela diz: “A maioria dos animais com ‘aflições’ não se afoga nelas. Eles se adaptam ao próprio corpo sem reclamações e sobrevivem com determinação. A tenacidade deles, em superar as adversidades, nunca deixa de me impressionar. Com eles, aprendi muito sobre sempre ver o lado positivo, em qualquer situação, e nunca a desistir.”

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http://sites.correioweb.com.br/app/50,114/2015/11/13/noticia_saudeplena,155587/amor-mais-que-especial-adotar-pets-deficientes-exige-muito-carinho.shtml